Floricultura, uma forte cadeia produtiva
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Floricultura, uma forte cadeia produtiva
Na FestFlor 2019, desafios do setor são discutidos, bem como metas para ampliar a comercialização e incentivar a economia do DF
Jander Brasilia - DF
Postada em 22/09/2019 ás 11h20
Floricultura, uma forte cadeia produtiva

Fortalecer a cadeia produtiva de flores debatendo os desafios e avanços na floricultura nacional foi o objetivo da oficina realizada pela Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer) nesta sexta-feira (20). O encontro, que faz parte da programação da FestFlor 2019 – até domingo (22), no Parque da Cidade –, contou com representantes das unidades da Emater de Mato Grosso, Tocantins, Pará, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Goiás e Distrito Federal. Agrônomos, estudantes e interessados no tema também participaram.


A coordenadora de Floricultura da Emater-DF, Loiselene Trindade, e o extensionista da empresa, Cleison Duval, falaram sobre as principais dificuldades do mercado na capital e os números de produção e vendas na região. Cada representante das demais unidades da Emater também apresentou os serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) oferecidos na sua região, as dificuldades e os desafios. O objetivo foi trocar experiências e discutir propostas de ações que possam ampliar a cadeia produtiva e de comercialização de flores e plantas ornamentais no país.


Economia aquecida


No ano passado, esse mercado movimentou mais de R$ 10 bilhões em todo o país. No Distrito Federal, a cadeia produtiva movimenta R$ 210 milhões por ano, gerando cerca de 3 mil empregos. O DF é o terceiro maior mercado consumidor do Brasil em termos absolutos e o maior per capita, com um gasto médio pouco superior a R$ 44, contra R$ 26 da média nacional.


A presidente da Emater-DF, Denise Fonseca, vê espaço para que o mercado local seja ampliado, inclusive com o uso do Aeroporto JK como centro de exportação de flores e plantas. “Nossa intenção é fazer com que nossos produtores ganhem mais escala por meio de inovações e assistência de nossos extensionistas para que as cadeias de produção e comercialização se desenvolvam ainda mais”, relatou


De acordo com Denise, a Emater está buscando parcerias com o Chile, para que os técnicos da empresa possam se capacitar ainda mais no atendimento às necessidades dos produtores do Distrito Federal. Atualmente, 139 produtores do DF[ vivem exclusivamente da comercialização de flores e plantas ornamentais, cultivo que se dá em uma área plantada de 580 hectares.


Expedição-safra


Em parceria com a Secretaria de Agricultura (Seagri), a Ceasa e outros órgãos, a Emater vai fazer um diagnóstico do setor a partir de levantamentos na ponta da cadeia, por meio de a questionários direcionados aos produtores. ”O grupo vai direto ao produtor, levanta informações e também faz reuniões em algumas regiões com momentos de conversa”, detalhou Loiselene.


“O objetivo maior é que a floricultura cresça, se desenvolva, traga renda e emprego para todos”, ressaltou o superintendente federal de Agricultura, William Barbosa. O presidente da Ceasa, Wilder Santos, lembrou que a última pesquisa foi realizada há mais de dez anos e que essa expedição vai servir para fortalecer a cadeia, tanto no âmbito da produção quanto da comercialização.


O secretário de Agricultura, Dilson Resende, destacou a união do setor para fazer crescer a produção no DF. “A expedição-safra é uma experiência exitosa”, ressaltou. “Ela vê tanto o lado de produção quanto qual é a perspectiva do produtor e do governo”.


Emater-DF


Entidade pública que integra o Sistema Agricultura do Distrito Federal junto à Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e a Ceasa, a Emater (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural) atua na promoção do desenvolvimento rural sustentável e da segurança alimentar, num trabalho que envolve o apoio a mais de 18 mil produtores do DF e do entorno. Anualmente, a Emater promove cerca de 120 mil atendimentos, por meio de oficinas, cursos, visitas técnicas, dias de campo, reuniões técnicas e outras ações.


Com informações da Emater

FONTE: AGÊNCIA BRASÍLIA *
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